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A partir do Relatório de Monitorização Global da Educação 2023 “Tecnologia e Educação” – UNESCO

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Relatório de Monitorização Global da Educação (GEM) de 2023 apresenta uma análise profunda e fundamental sobre a relação entre tecnologia e educação e sobre o papel da tecnologia em todo o processo educativo. Nas suas conclusões, o relatório evidencia que a tecnologia pode ser um recurso fundamental, incluindo na melhoria das aprendizagens, mas que, no momento atual, há pouca reflexão e conhecimento sobre o tema, os processos em curso, dificuldades de adaptação ou de regulação dos sistemas perante esta nova realidade, fraco controlo da qualidade ou diversidade dos produtos e equidade no acesso. Apresentando preocupações com o entendimento do uso de tecnologia nas escolas como uma panaceia para os problemas que o sistema enfrenta, o relatório recomenda uma “visão centrada no ser humano”, para que o adequado acesso à tecnologia na educação seja garantido.

Neste contexto, já a “Declaração de Incheon e Marco de Ação, rumo a uma educação de qualidade inclusiva e equitativa e à educação ao longo da vida para todos” (UNESCO, 2016) reconhecia que a consecução do ODS 4 da Agenda 2030 estava obrigatoriamente associada às oportunidades e desafios colocados pela tecnologia à educação, relação que a pandemia da COVID 19 veio acelerar e aprofundar a nível global. Referências ao papel da tecnologia na educação estão presentes em seis das dez metas do ODS 4, objetivo consagrado à educação inclusiva, de qualidade e equitativa até 2030.

A tecnologia pode ser um input, um meio de organização do ensino-aprendizagem, uma competência, uma ferramenta de planeamento e um potenciador de um ambiente colaborativo. Para que o seu impacto seja positivo e o seu potencial para a educação alcançado, é necessário garantir certas condições, de entre as quais se destacam o acesso às ferramentas tecnológicas, a regulação dos processos formativos ou a formação de professores. Por outro lado, este processo deve ser garantido, quer em contextos educativos em que a sua utilização é, hoje, mais ou menos generalizada, quer em territórios educativos em que a sua implementação se revela crítica. Deve também ser prestada especial atenção à crise das aprendizagens, às taxas de abandono, aos alunos mais vulneráveis (muitos dos quais não tiveram opções de educação virtual durante a pandemia), identificando áreas e populações de intervenção prioritária, nomeadamente de zonas geográficas e comunidades mais carenciadas, no sentido de “não deixar ninguém para trás”, conforme também estipulado pela Agenda 2030.

Governos, organismos internacionais e instituições públicas, privadas e da sociedade civil procuram que estes desafios sejam respondidos da forma mais adequada, transformadora e inovadora. Estratégias de cooperação avançada que envolvam o reforço das capacidades, o trabalho em rede e o diálogo político são essenciais, assim como a sistematização e avaliação de todas as experiências, a geração e partilha de conhecimentos, a sua divulgação alargada e apropriação social.


Mais de 300 pessoas participam no lançamento do Relatório GEM-UNESCO 2023 organizado pela OEI e pela ESE de Paula Frassinetti no Porto


No Diário de Notícias pode ler sobre as conclusões do GEM Report Unesco 2023.


 
 
 
 
 
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Este Simpósio Internacional pretende contribuir para a divulgação do relatório do GEM e para uma reflexão crítica e geração de conhecimento sobre o tema a partir do Relatório, procurando identificar de que forma o uso apropriado da tecnologia pode oferecer soluções para os problemas relativos ao acesso, equidade e inclusão, qualidade e gestão dos sistemas educativos.  Neste sentido, foram definidos os seguintes objetivos específicos:

  • Promover a reflexão sobre os principais resultados e recomendações do Relatório Global de Monitorização da Educação da UNESCO 2023 “Tecnologia e Educação” (Global Education Monitoring Report on “Technology and Education)”, à luz do seu contributo para a Agenda 2030 – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, concretamente nas regiões CPLP e OEI;
  • Discutir o documento “Tecnologias na Educação” (think piece elaborado por Mary Burns para o GEMR 2023), considerando as experiências dos participantes em torno da tecnologia na educação;
  • Confrontar perspetivas sobre o alcance das transformações previstas/requeridas na qualidade e equidade do processo educativo, assim como o seu impacto nas populações e os desafios face às necessidades das sociedades.
  • Identificar ações, prioridades e desafios do uso das tecnologias como recurso ao serviço da educação;
  • Contribuir para os compromissos e prioridades da OEI e da ESEPF no âmbito dos processos de Digitalização na Educação com propostas concretas.

09:00

Registo de participantes


9:30

Sessão de abertura

Lúcia Soares, Coordenadora Provincial das Irmãs Doroteias da Província da Europa

Ana Paula Laborinho, Diretora do Escritório da OEI em Portugal e Diretora Geral de Multilinguismo e Promoção das   Línguas Portuguesa e Espanhola

Fernando Paulo, Vereador com Pelouro da Educação e Pelouro da Coesão Social da Câmara Municipal do Porto

Ima Panzo, Diretor de Ação Cultural e Língua Portuguesa – CPLP

Carla Barros Lourenço, Chefe de equipa de Recursos e Tecnologias Educativas da Direção Geral de Educação
É professora de português e Alemão, possui um mestrado em Educação pelo Instituto de Educação da Universidade Católica Portuguesa e uma licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, Estudos Portugueses e Alemães, Universidade Nova de Lisboa.
Atualmente, é Chefe da Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas – ERTE, da Direção-Geral de Educação. É membro de grupos de trabalho da Comissão Europeia e da European Schoolnet na área da Educação Digital.
Na sua atividade profissional, coordenou, colaborou e realizou atividades, projetos e formação na área da integração curricular das tecnologias digitais, bem como o desenvolvimento da inovação pedagógica através da utilização de ambientes digitais no processo de ensino e aprendizagem, com vista a promover o sucesso educacional e a inclusão escolar.


10:00

Apresentação do Relatório 2023 do Relatório “ Tecnologias e Educação“ – UNESCO. 

Manos Antoninis, Diretor do GEMR
É o Diretor do Relatório de Monitorização Global da Educação (GEM) desde 2017. Anteriormente, era responsável pela secção de monitorização do relatório. Coordenou as estimativas do défice de financiamento para as metas de educação para 2030, as projeções sobre a realização da conclusão universal do ensino primário e secundário e a Base de Dados Mundial sobre Desigualdade na Educação. Tem representado a equipa do relatório no Grupo de Cooperação Técnica sobre os indicadores do ODS 4, do qual é atualmente copresidente. 
Antes de se juntar à equipa, trabalhou durante 10 anos em projetos de finanças públicas, monitorização e avaliação no domínio da educação, incluindo um inquérito sobre o acompanhamento da despesa pública e a prestação de serviços de ensino secundário no Bangladesh; a avaliação de um projeto de ensino básico nas províncias ocidentais da China; a avaliação intercalar da Iniciativa Fast Track da Educação para Todos; o relatório anual dos progressos na implementação do Segundo Projeto de Desenvolvimento do Ensino Primário no Bangladesh; um programa de reforço das capacidades de ensino básico em seis estados da Nigéria; a avaliação de um programa de formação de professores em serviço, baseado em grupos, no Paquistão; e o estudo nacional da Iniciativa Global Out of School Children na Indonésia. Tem um DPhil em Economia por um estudo sobre o ensino técnico e o mercado de trabalho no Egipto, concluído no Centro de Estudos das Economias Africanas da Universidade de Oxford.

Modera: Tamara Diaz, Diretora-Geral de Educação e Formação Profissional da OEI


10:30

Painel I: Como podem os professores superar as barreiras à integração tecnológica?

Mary Burns, ESEPF
Tem mais de uma década de experiência docente e, desde 1997, trabalhou nos cinco continentes, atuando como formadora, especialista em desenvolvimento profissional, criadora de programas, avaliadora, especialista em desenvolvimento curricular e conselheira de políticas educativas, todas com foco em tecnologia e e formação incial e contínua de professores. Mary orienta pesquisas sobre instrução, desenvolvimento profissional, tecnologia educacional e coaching e é uma escritora prolífica com quase 300 publicações, mais recentemente Distance Education for Teacher Training: Modes, Models, and Methods. Mary fala espanhol, francês e português. Atualmente é investigadora convidada na Escola Superior de Educação de Paula de Frassinetti, Porto, Portugal.

Rui Ramalho, ESEPF
Professor Adjunto da Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti no departamento de formação de professores, onde coordena o centro de educação a Distância. Professor Auxiliar convidado da Universidade Aberta no Mestrado em Engenharia Informática e Tecnologia Web, no Departamento de Ciências e Tecnologia. Investigador no CIDTFF( Centro de investigação Didática e Tecnologia na Formação de Formadores) da Universidade de Aveiro. Participa em vários projetos de investigação e é autor de publicações na área de formação de professores, com ênfase na Tecnologia Educativa e Didática da Matemática.


11:00

Pausa


11:15

APONTAMENTO MUSICAL: QUARTETO DE SAXOFONES – PROF. HENDRIK VAN TWILLERT

Rui Silva, Nuno Ramos, Eugénio Silva e Vítor Marçal
O Quarteto de Saxofones – Prof. Hendrik Van Twillert integra os estudantes da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) Rui Silva, Nuno Ramos, Eugénio Silva e Vítor Marçal que interpretam um reportório constituído pelas peças “Playful Quartet – Raymond Decancq” e “Celtic Suite – Gavin Whitlock”.


11:30

Painel II: Respostas (inter)nacionais aos desafios da tecnologia na educação

Carla Barros Lourenço, Chefe de equipa de Recursos e Tecnologias Educativas da Direção Geral de Educação

Tamara Diaz, Diretora-Geral de Educação e Formação Profissional da OEI
É Doutora em Educação pela Universidade Nacional de Educação a Distância e graduada em Psicologia pela Universidade Complutense de Madrid. É mestre em Pesquisa Social Aplicada e Análise de Dados (CIS) e detentora de uma pós-graduação em Psicologia Clínica (ISEP). Atualmente, é Diretora-Geral de Educação e Formação Profissional da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) e professora associada da Universidade Pontifícia Comillas. Anteriormente, lecionou na Universidade Autónoma de Madrid (UAM) e na Universidade Central de Santiago do Chile (UCEN). Ao longo de sua carreira, também foi responsável pelo Instituto de Avaliação da OEI e secretária técnica adjunta do Centro de Altos Estudos Universitários (CAEU), onde esteve encarregada de desenvolver programas sobre tecnologia e educação, entre outros projetos.

Fernanda Candeias, Membro da assessoria técnico-científica do CNE
Licenciada em História, é mestre em História Contemporânea e tem estudos pós-graduados em Multimédia e Medias Sociais. Tem vasta experiência no campo das tecnologias da comunicação, nomeadamente na conceção de aplicações móveis e de websites. No domínio da formação, realizou auditorias a cursos profissionais de nível V e III. Concebeu cursos de e-learning e b-learning em parceria com vários institutos públicos nacionais e internacionais, enquanto Chefe de Divisão de Promoção da Investigação e da Formação, do Instituto para a Segurança e Higiene do Trabalho.
Desempenhou funções no Instituto de Avaliação Educativa, entre 2018-2019, e na Direção-Geral da Educação, na Direção de Serviços de Desenvolvimento Curricular, entre 2019 e 2023.  Foi representante da DGE na equipa central do Projeto MAIA (Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica e integrou a equipa regional para Autonomia e Flexibilidade Curricular da região centro.

Modera: Ana Paula Laborinho


12:30

Pausa para almoço


14:00

Painel III: Formação de Professores para a Integração da Tecnologia Educativa

Luísa Azevedo, Formadora e professora do Ensino Básico
Mestre em Ensino do 1.º e do 2.º Ciclo do Ensino Básico pela ESEPF e doutorada em Ciências da Educação na especialidade de Tecnologias Educativas pela Universidade do Minho, com cujo Centro de Investigação em Educação (CIEd/IE) colaborou. Tem experiência como formadora, professora do 1-º CEB e também como docente de Português e de História e Geografia de Portugal no 2.º CEB, no âmbito da qual tem tido oportunidade de explorar o tema da sua tese de doutoramento sobre os contributos das Geotecnologias e da Realidade Aumentada para o ensino/aprendizagem.
Rui Marques Vieira, Professor da Universidade de Aveiro
Professor Associado com Agregação na Universidade de Aveiro, onde desenvolve a sua atividade centrada na orientação de mestrados e doutoramentos na área da educação e integra o Centro de Investigação Didática e Tecnologia na Formação de Formadores. Participa em vários projetos de investigação e é autor de publicações na área da formação de professores, com ênfase no desenvolvimento curricular, no pensamento crítico, na didática das ciências no Ensino Básico e na educação para o desenvolvimento sustentável.
Luís Fernandes, Diretor do CFAE Póvoa de Varzim e Vila do Conde
Diretor Centro de Formação da Póvoa de Varzim e Vila do Conde (2019- ). Foi Membro do Pedagogical Advisory Board da Teacher Academy na Comissão Europeia (2016- ); Expert na European Digital Academy (2020); Diretor Agrupamento de Escolas de Freixo (1997-2019); membro do Conselho das Escolas (2014-2019); membro do Microsoft in Education Advisory Board (2015-2017); participou em vários grupos de trabalho da European Schoolnet, da Microsoft e da DGE. É Mestre em Desenvolvimento Curricular, pela Universidade do Minho e Mestre em Administração Escolar pela Universidade Católica.
Rui Trindade, Presidente do CCPFC
Professor Associado da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto e membro integrado do Centro de Investigação e Intervenção em Educação da mesma universidade. Preside ao Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua e é o representante português no Conselho Diretivo do Centro de Investigação e Inovação Educacional da OCDE. Integrou a equipa de aconselhamento do Programa Nacional de Flexibilidade e Autonomia Curricular e Organizacional e foi membro do Conselho do Instituto Nacional de Avaliação Educacional. A sua investigação centra-se na inovação pedagógica e didática, na epistemologia e estudos curriculares e na pedagogia do ensino superior.

Modera: Cristina Vieira


15:00

Painel IV: Experiências de criação de conhecimento e cadeias de valor

Alexandra Sá Costa, FPCE da Universidade do Porto, Investigação sobre ”Educação digital em zonas rurais e/ou periféricas – desafios e experiências”
É professora auxiliar na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, instituição na qual fez a sua licenciatura, mestrado e doutoramento. A sua tese de doutoramento (2012), As Pessoas Acima do Lucro: Políticas de Educação, Desenvolvimento e Novos Movimentos Sociais, centra-se na relação entre educação e desenvolvimento, a partir da temática do comércio justo. É membro integrado do Centro de Investigação e Intervenção Educativas (CIIE), onde é uma das coordenadoras do TEDeMoS – Trabalho, Educação, Desenvolvimento e Movimentos Sociais, grupo de investigação e formação avançada. Ainda no CIIE, co-coordena a área estratégica Desafios educacionais contemporâneos para migrantes e refugiados.

José Pacheco, CIEd da Universidade do Minho, Seminário “Transformação Digital na Educação”
Concluiu o Título de Agregado em Educação em 2002 pela Universidade do Minho, Doutoramento em Educação em 1993 pela Universidade do Minho, Licenciatura em História e Ciências Sociais (ensino de) em 1982 pela Universidade do Minho e Bacharelato em História e Ciências Sociais (curso de formação de professores) em 1980 pela Universidade do Minho. É Professor Catedrático na Universidade do Minho. Publicou 90 artigos em revistas especializadas. Possui 57 capítulos de livros e 29 livros. Organizou 17 eventos. Orientou 24 teses de doutoramento.

João Gouveia, ESEPF – Projeto Quality Education for All
Licenciado em Filosofia. Mestre em Supervisão Pedagógica. Doutor em Tecnologia Educativa. Gestor de Formação e consultor (gestão de recursos humanos, prospetiva, planeamento estratégico, processos de autoavaliação de organizações). Formador (recursos humanos, formação de formadores, desenvolvimento pessoal e profissional, avaliação). Docente do ensino superior (ciências da educação, supervisão pedagógica, avaliação, organização do trabalho, gestão da formação, administração e gestão escolar). Investigador (competências transversais de educadores/professores, prospetiva da educação/formação, avaliação, administração e gestão de instituições educativas).

Vitor Ribeiro, ESEPF – Mapa Digital Interativo ao serviço da intervenção comunitária
É Professor de Geografia no Departamento de Geografia da Universidade do Minho e no Departamento de Formação de Professores da Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti. Possui um Doutoramento em Geografia e Planeamento Regional pela Universidade do Minho/Universidade Complutense de Madrid e um pós-Doutoramento em Tecnologias Educativas pela Universidade do Minho. É membro integrado do Lab2PT, centrando a sua investigação em Educação Geográfica, Sistemas de Informação Geográfica, Turismo e Transportes, possuindo várias publicações em revistas e livros nestas temáticas. Integrou vários projetos de investigação europeus, e,g,Creatour, Aquastress, Othukumana. É autor e co-autor de várias publicações nacionais e internacionais integrando as tecnologias SIG tendo recebido vários prémios nesta vertente.

Modera: Paula Barros


16:00

Painel V: Inteligência Artificial e Realidade Virtual: desafios para a educação

Leonel Morgado, Professor da Universidade Aberta
É Professor Associado com Agregação. Leciona nos cursos da secção de informática, nas áreas de métodos de investigação, ambientes imersivos e programação. É também Investigador Sénior do INESC TEC, Laboratório Associado à política científica e tecnológica do estado português, e coordenador do Núcleo do INESC TEC na Universidade Aberta. Integra a Unidade de Desenvolvimento dos Centros Locais de Aprendizagem (UMCLA). É membro do Conselho Fiscal da Sociedade Portuguesa de Ciências dos Videojogos e membro da direção da associação internacional de investigação Immersive Learning Research Network. Desenvolve trabalho de investigação científica e desenvolvimento tecnológico sobre ambientes imersivos desde 2000, em especial no apoio tecnológico ao ensino e à aprendizagem, tendo vindo a concentrar-se nas plataformas multiutilizador desde 2006. É autor de mais de 200 publicações científicas, incluindo artigos em revistas, comunicações em conferências e capítulos de livros.

Vânia Neto, Microsoft – Program Manager |Future Skills Initiative Program Manager |Western Europe
É atualmente Future Skills Program Manager na equipa da Microsoft Worldwide Learning para a Europa responsável pelo programa Future Skills Initiative (FSI) apoiando as Universidades e Instituições  académicas de importância estratégica na Europa a integrarem Tecnologia Microsoft nos seus currículos e a promoverem as competências digitais avançadas de professores e alunos. Até Agosto de 2023, exerceu funções como Education Skills & Learning Lead na Microsoft Western Europe, responsável pela estratégia de competências digitais em Educação e pela relação com as Instituições Europeias, Ministérios da Educação, Universidades e Instituições de Ensino, Professores, Investigadores e Estudantes. Na Microsoft desde 2011, tendo exercido diversas funções ligadas à área da Educação. Licenciada em Direito pela Universidade Nova de Lisboa. Atualmente é membro cooptado do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Santarém e Membro do Conselho Consultivo da ALL Digital org.

António Osório, Professor da Universidade do Minho
É Professor de Tecnologia Educativa no Instituto de Educação da UMinho e investigador do Centro de Investigação em Educação; tem experiência docente na formação inicial e contínua de educadores e professores e experiência de investigação sobre os desafios das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na educação, desde os tempos do Projeto MINERVA; além da coordenação e orientação de projetos de investigação, nacionais e internacionais nesse âmbito, dirige atualmente o Mestrado em Ensino de Informática (UMinho) e integra a coordenação do doutoramento (a distância) em Educação a Distância e eLearning (UAberta/UMinho).

Modera: Rui Ramalho


16:45

Sistematização, mensagens chave

Paula Barros (OEI)

João Gouveia (ESEPF)


17:00

Encerramento

José Luís Gonçalves, Diretor da Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti

EducaTuna, Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti

Comissão Organizadora:

Júlio Gonçalves Santos (ESEPF)

Maria Cristina Vieira (ESEPF)

Mary Burns (ESEPF)

Paula Barros (OEI)

Rui Ramalho (ESEPF)


Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti

A Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti (ESEPF),  constituída em 22 de outubro de 1963, pertence à Congregação das Irmãs Doroteias que dinamiza uma vasta rede internacional de instituições educativas em 16 países as quais, no seu conjunto, mobilizam 5 mil professores e 42 mil alunos. Enquanto instituição de Ensino Superior prestes a completar 60 anos de experiência formativa, a ESEPF busca aliar a tradição e a inovação, juntando-se, no Brasil, ao Centro Universitário Frassinetti do Recife (UNIFAFIRE) e, em Angola, à futura instituição de ensino superior em processo de criação, no Lobito. 

Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI)

Sob o lema “Fazemos a cooperação acontecer”, a Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) é, desde 1949, o primeiro organismo intergovernamental para a cooperação Sul-Sul no espaço ibero-americano. Atualmente, fazem parte do organismo 23 Estados-Membros e tem 19 escritórios nacionais, além da Secretaria Geral sediada em Madrid. Com mais de 400 acordos e convénios ativos com entidades públicas, universidades, organizações da sociedade civil, empresas e outras organizações internacionais — como a União Europeia, o Banco Mundial, BID, CAF, a UNESCO e a CPLP—, a OEI representa uma das maiores redes de cooperação da Ibero-América. Entre os seus resultados, a organização tem atualmente mais de 17 milhões de beneficiários diretos de seus projetos.

Câmara Municipal do Porto

Forum Estudante

Fundação Eng. António de Almeida

A Fundação Eng. António de Almeida foi criada por disposição testamentária do Eng. António de Almeida (1891-1968), que estipulou os seus fins gerais – artísticos, educativos e de caridade – e ainda a preservação do edifício e a organização da Casa-Museu. 
Reconhecida em 1969, abriu ao público em 1973. 
Ao longo destes 50 anos, nas áreas da literatura, arte, educação e ciência, tem desenvolvido e acolhido múltiplas atividades como encontros, conferências e debates, exposições e concertos, nas suas instalações e fora delas. Concomitantemente, tem instituído prémios escolares e editado e apoiado livros e revistas.

GEMR (Global Education Monitoring Report) da UNESCO

Criado em 2002, o Relatório GEM é um relatório editorialmente independente, apresentado e publicado pela UNESCO. No Fórum Mundial da Educação de 2015, recebeu um mandato para monitorizar o progresso da educação nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O Relatório anual baseia-se em múltiplas fontes de dados, o que lhe permite fornecer uma visão macro das questões da educação. Serve de base para uma ação de sensibilização baseada em dados concretos para promover o progresso em direção ao ODS 4, nomeadamente através da convocação de um diálogo sobre questões de educação entre os principais decisores que podem efetuar mudanças políticas.

Fundação Eng. António de Almeida
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R. do Ten. Valadim 325, 4100-479 Porto
 
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22 606 7418

 

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